quarta-feira, 12 de maio de 2010

Eu que você

Eu que costumo me esquecer,
Pra me lembrar, eu te anotei, em mim.
Te escreví em um papel só meu, meu bem.
Te circulei como sujeito da minha oração.
Fiz uma prece pra não perder minha memória.
E te guardei no bolso do meu coração.
Eu que dobrei, pequeno, pra não te perder.

4 comentários:

Carlão disse...

Felicidade de blogueiro é receber comentários nos posts. rs
1 Comentário!

Cenário em Preto e Branco disse...

Linda poesia Isa!
Fazer da aminésia uma forma de guardar um certo alguém e, por fim, se lembrar.

Isabela Pizani disse...

Ah, Véro, meu menino. Você comentou nesse poema porque sabe que ele é de nós dois.

=)

Isabela Pizani disse...

Gercito, tô seguindo o seu blog agora tbm. =)